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sábado, 7 de julho de 2012

INTER VENCE CRUZEIRO POR 2 X 1




O sábado colorado foi cheio, generoso, completo. Depois de recepcionar o reforço Diego Forlán com a pompa e a festa mais do que merecidas, a torcida - e o próprio uruguaio, num dos camarotes do estádio - viu o Inter bater o Cruzeiro por 2 a 1. Na gélida noite à beira do Guaíba, brilhou a estrela de quem agora ruma a Londres pelo sonho do ouro. Convocados para a Olimpíada, Oscar e Leandro Damião marcaram os gols. Leo descontou
Com o resultado, válido pela oitava rodada do Brasileirão, o Inter termina o sábado no G-4, com 15 pontos. Precisará secar o rival Grêmio, que enfrenta o Santos na Vila Belmiro, para fechar o fim de semana entre os classificados à Libertadores. Já o Cruzeiro, depois de perder a invencibilidade no campeonato para o São Paulo, emplaca nova derrota e, com 14 pontos, se despede do pelotão de elite da tabela, se alojando na quinta posição.
As equipes têm uma semana inteira para treinamentos. No próximo domingo, o Inter recebe o Santos, no Beira-Rio, às 16h. Nos mesmo dia e horário, o Cruzeiro enfrenta o Grêmio, no Independência.
Se Forlán significa o que há mais de novo em termos de esperança, vestia azul nesta noite uma dos expoentes da era vitoriosa do Inter. Tinga fazia seu primeiro jogo no Beira-Rio, como rival, desde a saída do clube gaúcho, em maio. Celso Roth também era um ex-colorado, que foi igualmente cumprimentado por toda a comissão técnica vermelha.

Mas ninguém atraiu tantos olhares quando Diego Forlán. Depois de uma recepção de popstar no aeroporto e de uma apresentação festiva e de frases promissoras, o uruguaio desfilou no gramado do Beira-Rio e foi ovacionado pelo público, todo acomodado na arquincada superior.
O clima de festa contagiou o Inter em campo. Aos sete minutos, abriu o placar. Após um desarme eficiente de Josimar, D'Alessandro lançou Oscar. O camisa 16 provou que mereceu ter seu nome na convocação à Olimpíada. Em velocidade, com pouco espaço de ação e bem marcado, improvisou um surpreendente chute de trivela, com o pé direito. O efeito foi fulminante, e Fábio saltou por puro protocolo: 1 a 0.
O gol pode ter dado um gosto especial ao dia já movimentado da torcida. No entanto, pouco afetou o Cruzeiro. Tranquilo, organizado, competia com o clima para saber quem estava mais frio. Sem pressa, começou a chegar à meta de Muriel. Primeiro, aos 12, em cobrança de falta de Montillo. Depois, ao 29 minutos, quando Willian Magrão, ex-Grêmio e conhecedor do terreno gaúcho, fez boa jogada individual, soltou a bomba e levou a bola ao travessão.
A frieza do Cruzeiro acabou congelando, caindo feito as pedras demolidas da reforma do Beira-Rio. O trator tem nome: Leandro Damião. Assim como Oscar, o centroavante foi chamado por Mano Menezes rumo a Londres e mostrou a sua utilidade em Porto Alegre, na última partida antes de embarcar em busca do inédito ouro. Aos 36, recebeu bom passe de Dagoberto e fuzilou: 2 a 0, e comemoração quente, punhos cerrados, grito no ar, com raça charrua, como se convidasse Forlán para jogar.



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